8 de março de 1917 – 8 de março de 2017 As mulheres na Revolução Russa – As mulheres na Revolução
- 10 de nov. de 2016
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Carta de Preparação da Conferência de Mumbai (Índia) Contra a Guerra, a Exploração e o Trabalho Precário 18, 19 e 20 de novembro Correspondência:owcmumbai2016@gmail.com

8 de março de 1917 – 8 de março de 2017 As mulheres na Revolução Russa – As mulheres na Revolução
Caros companheira(o)s, amiga(o)s, irmãos e irmãs, Como já sabem, ao celebrar a Jornada Internacional da Mulher de 8 de março homenageamos o valor dessas mulheres da Rússia, que em 1917 se lançaram à luta pela paz, pão e liberdade e para que terminasse a guerra. Nos sentimos orgulhosas que essa luta tenha sido lançada pelas mulheres trabalhadoras. Militante e sindicalista no Paquistão, quero comemorar com vocês o centenário da Revolução Russa que continua sendo uma referência para a classe trabalhadora, para os camponeses, para todos os povos oprimidos, à juventude e mulheres trabalhadoras. A Revolução Russa segue sendo uma fonte de inspiração para muitas de nós. Atualmente, nós mulheres somos vítimas de violênca, a do Estado, assim como da que padecemos em nossas famílias, a da guerra. Em meu país, Paquistão, assim como no Afeganistão, na Índia, no Sri Lanka, as mulheres sofrem de uma inaudita violência. Milhares delas morrem em atentados terroristas, um terror que o Imperialismo é responsável, enquanto elas são submetidas à normas sociais e tradicionais, ao sistema patriarcal e feudal que as coloca numa situação de cidadãs de terceira categoria. Sofrem de violência no lar, mas também em seus locais de trabalho. Chamo à todas as mulheres trabalhadoras pelo mundo a mobilizarem-se em massa para combater pela paz e à quebrar todas as nossas correntes, à preparar todas as iniciativas ao dia 8 de março de 2017, ao lado dos trabalhadores, expressando claramente em voz alta a exigência: “as mulheres não querem Guerra”! “Elas querem paz e liberdade”! As convoco para constituir um comitê internacional que organizará esses agrupamentos para a Jornada Internacional de 8 de março, contra a exploração e a injustiça, na continuidade da Conferência Mundial Contra a Guerra, a Exploração e o Trabalho Precário de Mumbai (18-19-20 de novembro de 2016). Lutemos juntas e juntos, ombro à ombro, para acabar com a violência, a guerra e a exploração! Viva a classe operária! Viva a solidariedade internacional! Associe-se a este chamado e ao Comitê Internacional!
ALEMANHA : Sidonie Kellerer, universitária (Colonia). BÉLGICA : Françoise Cambie, trabalhadora; Laetitia Coucke, militante estudante; Nathalie Leloup, sindicalista; Monique Lermusiaux, aposentada, militante sindical; Laura Moraga Moral, professora sindicalista; Claire Thomas, professora e delegada sindical. ESTADOS UNIDOS : Colia Lafayette Clark, National Coordinator Judicial Violence Symposium, militante do Movimento dos direitos civís; Melina Juárez, estudante; Millie Phillips, Socialist Organizer; Itzel Calvo Medina, militante pelos direitos dos imigrantes. GRÃ-BRETANHA: Jane Doolan, sindicalista dos serviços públicos; Doreen McNally, sindicalista Women of the Waterfront, secretária da Associação de Esposas de Estivadores de Liverpool. FRANÇA: Julie Beguerie, enseñante, militante feminista e sindical; Katel Corduant, sindicalista; Christel Keiser, conselheira municipal - POID; Christelle Leclerc, sindicalista; Geneviève Marchal, sindicalista Coletivo de viúvas e esposas de mineiros; Isabelle Michaud, conselheira municipal - PCF; Marie-José Montout, militante pela defensa da ginecología médica; Marie-Luce Mouly, militante pela ruptura com a União Europeia e com a V República. GRÉCIA : Vassiliki Frangou, escritora (Atenas); Eva Kallitsi, estudante (Atenas); Maryse Le Lohé, militante de Laiki Enotita (Atenas); Sotiria Lioni (Nafplio). HUNGRÍA : Anyiszonyan Klàra, aposentada da Indústria Química; Somi Judit, editora de Munkas Hirlap. ITÁLIA: Valeria Busicchia, professora; Monica Grilli, professora e delegada sindical; Elisabetta Raineri, professora, delegada sindical. MÉXICO : Liliana Plumeda (Mexicali), Alejandra Rivera (Tijuana). RÚSSIA: Aliona Glazkova, militante e jornalista de esquerda.

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